Segundo um levantamento feito pelas forças militares e por órgãos públicos, o padre Adelir de Carli até agora causou um rombo nos cofres do governo de R$564.663,25.
Os gastos nas operações de buscas incluiam o gasto com deslocamento de militares, combustíveis para carros, embarcações e aeronaves, ligações telefônicas e alimentação de todo pessoal envolvido.
Será que haveria o mesmo empenho do governo se o desaparecido fosse uma pessoa qualquer e não um líder de uma igreja?
Um exemplo que não raro acontece: E se fossem pescadores perdidos em alto mar?
Mais informações: A NOTÍCIA
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1 comment
2 de Maio de 2008 at 10:47 pm
Maurício
Pois é…
Deveria sim ser comparado a questão do empenho utilizado, todo o aparato e tempo disponibilizados na procura do padre "maluco" com fatos ocorridos com símples pescadores "normais".
Será que houve algum tipo de tratamento diferenciado?
Tomara que não, porque seria uma constatação muito vergonhosa…
Apenas pensando…
Será que se um pescador "maluco" que resolvesse entrar com seu barquinho no mar revolto, apesar dos mais experientes dizerem não ser aconselhável no momento, teima, entra e naufraga, ele teria o mesmo tratamento?
Será que no caso do padre esperava-se por um "milagre" e por isso estenderam-se as buscas, extrapolando os procedimentos normais com relação ao tipo de salvamento?
E o que é que o padre Adelir queria mesmo…? angariar fundos…?
Será que não tinha meios mais seguros de fazer isso?
Um bingo, uma quermesse, lançar um CD…