Segundo um levantamento feito pelas forças militares e por órgãos públicos, o padre Adelir de Carli até agora causou um rombo nos cofres do governo de R$564.663,25.
Os gastos nas operações de buscas incluiam o gasto com deslocamento de militares, combustíveis para carros, embarcações e aeronaves, ligações telefônicas e alimentação de todo pessoal envolvido.
Será que haveria o mesmo empenho do governo se o desaparecido fosse uma pessoa qualquer e não um líder de uma igreja?
Um exemplo que não raro acontece: E se fossem pescadores perdidos em alto mar?
Mais informações: A NOTÍCIA
O Marcelo, do Clube Cético, gravou este trecho enquanto perambulava pelas estações de rádio de São Paulo. O apresentador do programa declarou que um tal de Evangelista Edson teria dado um testemunho na semana passada dizendo que recebeu um “depósito dos céus” no valor de R$3.000,00.
Depósito do Céu
Tô até imaginando Javé entrando num banco, colocando 3 mil num envelope e depositando no caixa automático…
Notem também que o apresentador está acompanhado de um papagaio.
Desde domingo o padre Adelir de Carli está desaparecido. Ele teria teimado e insistido em fazer uma viagem com o tempo ruim, desfavorecendo qualquer tipo de vôo. A viagem seria feita com balões de gás hélio saindo de Paranaguá (PR) até Dourados (MS), um trajeto de mais de 600km e com duração de 20 horas.
Com pouca habilidade em usar GPS, a única salvação do padre foi apelar para o celular que carregava, onde pediu auxílio para que alguém lhe ensinasse como visualizar suas coordenadas. O tempo ruim o desviou da rota e o levou para a costa catarinense, onde hoje foram encontrados fragmentos dos balões.
A Ateus do Brasil desaconselha aventuras como essa. Hoje em dia, para os cristãos, existem meios mais seguros para “alcançar os céus”.
Veja mais:
Pessoas ignorantes tendem a escrever de maneira “peculiar” em quaisquer blogs, chats, fóruns ou listas de discussões. Se estiver interessado em se passar por um crente idiota (ou, na verdade, qualquer idiota), aprenda as simples lições que estarei passando agora:
Lição nº 1: Erros de Português
A principal característica de qualquer crente idiota é se certificar de que todas as sentenças de seus comentários possuam alguma forma de erro crasso. Ele cresceu na “Turma do Fundão” e quer demonstrar a todos à sua volta o quanto ele odeia a escola.
Para escrever feito um idiota, não basta apenas esquecer a acentuação: é necessário esquecer as vírgulas também, ou colocá-las de maneira errada (o que pode exigir uma certa prática). Exemplo:
A igreja de jesus cristo dos santos dos ultimos dias nâo pode ser comparada a uma seita,sei que voçes não estão dizendo isto,mas que fique claro que nossa religião é pura e ensina os principios eo ensinamentos de jesus cristo,por isso e umas das religiões que mais cresçe no mundo, diferentemente da fundamentalista.
Repare nas vírgulas que se recusam a ser acompanhadas por espaços. Lembre-se deste detalhe ao escrever feito um idiota. Continue Lendo…
Os crentes me dizem que eu devo abrir meu coração a Jesus, que devo buscá-lo com fé, dar uma chance a ele. Quando digo que tentei isto por 40 anos, eles respondem que eu não fui sincero, que não me esforcei, que não fiz direito. E eles nem me conhecem…
Alguns citam a história do mestre que segurou a cabeça do discípulo debaixo d’água enquanto este se debatia e depois lhe disse: “Você deve procurar a Deus com a mesma ânsia que procurou pelo ar”. Continue Lendo…
Jesus deixou algumas alegações bem claras sobre dinheiro e riqueza na Bíblia. Por exemplo:
Mateus 6:19-21
Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam, mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração.
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Se você conversar com um cristão sobre o paraíso, você pode perceber claramente que a noção de paraíso e de vida eterna são imaginárias. Cada conversa será diferente, mas uma conversa típica seria mais ou menos assim:
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Sexta-Feira, 12 de Janeiro de 2007 por
Alenônimo
Ateus, agnósticos e céticos não entendem os crentes.
Este Pequeno Manual se destina a ajudá-los a estabelecer comunicação com este povo, apresentando alguns elementos da cultura deles que não encontram correspondente similar fora dela mesma, o que, para muitos, torna os crentes tão misteriosos quanto os membros de certas sociedades secretas (ou discretas, como algumas preferem ser chamadas).
Desnecessário dizer que existem crentes e crentes, mas aceitando-se a premissa que o comportamento crente obedeça curva de distribuição normal, a maioria dos comentários tem razoável possibilidade de se aplicar aos dois desvios padrões direita e esquerda da média.
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Por que temos uma religião ou, pelo menos, a crença em algum deus? Há dois motivos principais:
- A crença nos é imposta na infância, como uma lavagem cerebral.
- É aceita mais tarde, de forma aparentemente voluntária, em geral num momento de dificuldade, e não numa decisão racional.
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