Críticas

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Para compensar a falta de atualizações, vou colocar alguns vídeos ateístas que podem ser do interesse do público alvo deste site. Todos os vídeos são legendados em português e são muito interessantes para assistir quando tiver um tempinho. Espero que gostem:

Fighting Atheist

Pat Condell

Patrick Condell é um comediante, escritor, dramaturgo, secularista e ateu inglês. Seus vídeos são sempre divertidos.

George Carlin

George Carlin é um ator, autor e comediante americano extremamente famoso. Possui vários especiais na HBO.

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Quando jurei, perante minha bandeira, defender a honra, a integridade e as instituições de meu país com o sacrifício da própria vida, apesar de muito jovem tinha plena consciência de que aquele ato implicava, para mim, em um compromisso solene, ao qual estaria vinculado por toda vida.

O significado daquele juramento junto aos meus companheiros variava conforme os valores pessoais de cada um, sendo que os que eu acalentava pessoalmente eram os mesmos que me foram ensinados por meu pai, que os aprendera dos pais dele e estes dos seus, numa seqüência mantida por tantas gerações quantas sabíamos quem éramos.

Muitos anos depois observei o testemunho de um jovem evangélico que declarava, com indisfarçável orgulho, ter ludibriado a exigência legal de prestar o juramento à bandeira para obter o certificado de reservista, simplesmente trocando as palavras “eu juro”, que iniciariam o rito, por “eu não juro”.

Como esperado nos testemunhos evangélicos, a narrativa é inconsistente, dado que o juramento à bandeira prestado pelos incorporados ou dispensados pelo exército brasileiro não contém a palavra “juro” e sim “prometo”.

Deixado de lado este detalhe, fica a questão do porque um jovem religioso cristão sentir tanto orgulho em ludibriar a lei brasileira para obter um documento que lhe garantia as benesses da cidadania, a ponto de vangloriar-se do ato perante seus correligionários de crença.

Não que haja alguma dúvida sobre os motivos doutrinários que indispõem várias facções evangélicas contra qualquer tipo de juramento, dado que se sentem obrigados a obedecer às passagens bíblicas que podem ser interpretadas como restrições ao ato de jurar, como a de Mateus 5:

Mateus 5:34-37

Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo céu, por ser o trono de Deus; nem pela terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno.

Não contesto o desinteresse com que muitos jovens, chamados compulsoriamente a prestar um juramento no qual não acreditavam, cumpriam aquela obrigação de modo tão burocrático quanto requisitado por aqueles que carimbariam os papéis que buscavam após satisfazer aos requisitos.

O curioso é ver alguém ostentar uma ludibriada nas regras cívicas como um ato de superioridade moral. Pior, superioridade moral de inspiração divina.
Até entenderia que tal postura tivesse algum significado maior se aquele jovem se dispusesse a abrir mão dos documentos disponibilizados por conta de sua recusa em fazer o juramento para cumprir com suas convicções religiosas.

O problema é que a disposição manifesta dele era de cumprir seus requisitos religiosos, descumprir os requisitos cívicos e usufruir das benesses de cidadania atreladas a estes requisitos.

Assim é fácil ostentar convicções religiosas e superioridade moral.

Talvez no meio que doutrina aquele jovem tal postura seja regra, talvez exceção.

Em minha opinião, como dizia alguém, se queres um monumento, olha em torno.

“Ninguém é mais escravo do que aquele que se considera livre sem o ser.”

Johan Goethe

A palavra “beatitude” deriva da palavra latina que significa “feliz” ou “abençoado”. Nas Beatitudes (ou Bem-Aventuranças), Jesus junta bençãos a tipo de pessoas que ele procura enviar para o Céu. Elas servem como uma amostra do que se trata a religião: endoutrinação humana.

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“Vou votar no Marcelo (para ser eliminado). É uma pessoa muito legal e importante aqui na casa, mas sou muito temente a Deus. Ele é uma pessoa que não acredita nisso e para mim cria uma certa diferença”, diz Cristiano no confessionário do BBB4. ref

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Qualquer filosofia, teoria ou ideologia que se baseia essencialmente na fé, irracionalidade e obediência cega a alegações, propostas e promessas não comprovadas é altamente vulnerável a críticas e ataques. As afirmações de gente que se baseia mais na fé do que na razão, mais na crença do que em provas, mais na obediência do que no livre exame e mais na superstição do que na ciência estarão sempre sujeitas contestação e refutação. Leia a entrada completa »

A Lenda do Papai Noel

Como sabemos é costume pais contarem aos filhos na idade mais inocente de nossas vidas que um certo Papai Noel existe. Este seria um bom velhinho de barbas brancas que andaria em um trenó voador, distribuiria presentes no Natal para as crianças boazinhas e mora no pólo norte. Então os meninos escrevem cartas para o velhinho fazendo o pedido e se esforçam para se comportar bem o ano inteiro para merecerem o presente, o que é ótimo para os pais que inventaram a lenda. Leia a entrada completa »

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