Esta notícia eu não posso deixar passar. Um padre colombiano agrediu uma menina de 11 anos por causa de uma hóstia!
Padre colombiano agrediu menina de 11 anos, dizem pais
Os pais de uma menina de 11 anos acusaram um padre católico de ter agredido a garota por ela ter recebido a hóstia e, em vez de consumi-la, levou-a aos irmãos para mostrar a eles como era, em episódio registrado no norte da Colômbia.
Em entrevista a televisões locais, Samuel Martínez, o pai da menina, disse que a situação aconteceu na igreja Santíssimo Cristo, em La Loma, no departamento de Cesar, norte. “A menina não consumiu a hóstia, mas foi mostrá-la a seus irmãos, e o padre a perseguiu, pegou-a e lhe deu um tapa”, afirmou Martínez, que lamentou a forma como o sacerdote Ramón Muñoz agiu.
A mamãe da menina disse que, assim como a filha, ficou paralisada pelo pânico e não pôde reagir. Ela acrescentou que a menina foi incapacitada e que atualmente recebe tratamento psicológico pelo episódio e não quer retornar ao colégio nem falar com ninguém além das pessoas mais próximas.
Os pais da menina levaram o caso às autoridades. A imprensa local informou que embora tenham procurado o padre, não conseguiram encontrá-lo.
Fonte: Terra Notícias
É essa a postura de um cristão? De um padre cristão? Dar um tapa em uma garotinha por causa de uma droga de um biscoito de farinha sem gosto nenhum?
Por mim, quero que ele morra engasgado de tanto comer essas porcarias. Pode pegar tudo e enfiar naquele lugar!
E é por essas e outras atitudes estúpidas que existem pessoas que questionam religião.

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Data: 21 de agosto de 2009



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Essa é a prova do que pode a fé e suas regras malditas levar uma pessoa à fazer esse tipo de covardia.
bandos de fdp do crl, quero ver bater em alguém grande
Assim como nós erramos eles também erram… a única diferença é que a gente “engole” o erro deles, e eles não nos engolem.
Thomas,
se vc virar pãozinho eles engolem! rsrsrsrsrs
se fosse no meu filho dava um soco na cara dele!!
Lamentável a atitude deste padre. Deveria ser criminalmente condenado e passar uns dias em cana, além de indenizar essa povre criança pelo dano psicológico que pode ter lhe causado.
Se Deus não existe, não há problemas nenhuns em usar a violência, uma vez que a moral passa a ser o que cada indivíduo quiser.
Uns gostam de violência, mas outros não gostam. Se Deus não existe, ambos os comportamentos são moralmente válidos.
Além disso, quem é o ateu para atacar a moral alheia?
O ateu insurge-se contra a violência infantil, mas depois fecha os olhos ao extermínio em massa de bébés cognominado de “aborto”. Isto é consistente?
Um Homem muito Sábio disse a dada altura: “Médido, cura-te a ti mesmo”.
http://darwinismo.wordpress.com/2008/09/21/toda-a-gente-age-como-se-deus-existisse/
Errado. A moralidade parte da consciência dos indivíduos e de uma dialética dos impulsos mais baixos e dos desejos mais elevados que encontram uma síntese no convívio social e nos condicinamentos da vida do indivíduo e da sociedade. Havendo um denominador comum entre esses fatores condicionantes nos indivíduos e nas sociedades, é potencialmente possível uma convergência de valores que possa ser ancorada na representação como absoluta. Seria a síntese dessa dialética numa escala da civilização humana como um todo, e não haveria nada de relativista nisso (como você gostaria que houvesse para que lhe ficasse mais autojustificável achincalhar).
Alguém que acha no mínimo ingênuo fingir que a moralidade vem de uma fonte absoluta (e não dos mesmíssimos processos cognitivos já mencionados, apenas sob condicionamentos diferentes: as exigências das fés teístas), e pensa que a consciência e a racionalidade humana são capazes de depurar as premissas e as motivações da moralidade melhor que aqueles que repetem ad nauseam “é porque deus lo vult!”.
Não generalize. Se você soubesse alguma coisa de fato sobre as opiniões dos ateus saberia que a questão do aborto é uma em que nos vemos fortemente divididos. Mas de fato, independente da forma como defendamos nossa opinião pró ou contra, nenhum de nós recorre à falácia de definir embriões ou fetos como bebês.
Mats, explique coisas simples, como por que 90% da população é composta por religiosos ou por que a Bíblia tem tantas atrocidades?
Isso de associar moralidade com religião e amoralidade com ateísmo é só um jeito de tentar desqualificar os ateus e enaltecer os religiosos. É bem o que Nietzsche diz: “Você diz que acredita na necessidade da religião. Seja sincero! Você acredita mesmo é na necessidade da polícia.”
E outra, nem todo ateu é a favor do aborto. Aliás, não devem nem existir estatísticas sobre isso. O ateísmo é somente não acreditar em Deus. A moral, sentimentos, ética e tantos atributos pessoais de um ateu, vem de sua educação e valores. A grande diferença, é que por normalmete serem céticos, os ateus tendem a pesquisar e querer aprender mais e entender as coisas, ao invés de aceitar.
A sociedade tem seus próprios padrões morais, que evoluem com o tempo e sofrem influência, é claro, da religião. Mas ela não é a única fomentadora. Tanto é, que boa parte do que existe nos livros sagrados nem é aceito mais, como a escravidão ou desprezo aos homossexuais. O que garante o controle da sociedade é o Estado e as leis, por mais imperfeitos que sejam, lembrando que nossas leis são baseadas no direito romano. Se aplicássemos as punições da Bíblia, por exemplo, teríamos que matar quem não guarda o sábado ou impedir mulheres de ensinar.
Aquele mesmo que arma barraco no templo, manda odiar os pais e numa birra infantil diz que qualquer um que não concorde com ele tem sofrer pela eternidade por um delito absolutamente contingente? Desde que deixei de vê-lo com a aura de divindade com a qual o via no passado, esse homem demasiadamente humano não me parece tão sábio como o pintam.
Mats,
Nossa!!!!!!!!!!!!! Quanta Abobrinha.
A violência existe devido ao Deus imaginário dos religiosos (Vide Bíblia).
Barack Obama responde a sua besteira
Mats
Prove que deus existe, se você me provar serei o maior defensor dele, afinal não sou tão burro assim para não reconhecer o que é verdadeiro. Plagiando a idéia de Einstein, para o homem ter condições morais voltadas para o bem, por medo de recompensa ou castigo de deus, então somos realmente execráveis, mas, não é assim, é justamente nos países onde predomina o ateísmo que as condições e respeito a vida são melhores. Leia um pouco a respeito do assunto. Não somos nós que atacamos a moral alheia, alias não sabia que para ser moral tinha que ser religioso, e sinceramente a moral religiosa deixa muito a desejar, veja os exemplos do Vaticano, o fausto ao lado da miséria mundial, olha o que acontece agora com a Igreja Renascer, com a Igreja Universal do Reino de Deus? Se precisar temos mais exemplos, por outro lado, somos nós que estamos indo aos seus Sites postar impropérios? Olha sou ateu e totalmente contra o aborto, mesmo em caso de estupro, deixa nascer e dê a adoção, considero a vida o bem mais precioso que temos, e exatamente por gozar de um privilégio maior que o seu é que sei que a maior força existente é à força do amor, se os religiosos agissem assim, provavelmente a miséria já teria sido banida. Afinal os dízimos e doações que recebem atinge a somas incalculáveis.
Mats,
Se a sua moral depende do que Deus disser, então não é moral, é um mandamento imposto.
Quem cria a moral somos nós, sem precisar de Deus, conforme nossas necessidades:
http://ateusdobrasil.com.br/artigos/comportamentos/moral-e-etica-sem-religiao/
Ou ainda:
http://ateusdobrasil.com.br/artigos/comportamentos/vender-a-alma-a-deus-ou-ao-diabo/
Você me ofendeu. A mim e aos outros participantes.
Mats,
Engraçado que os presídios estão cheios de assassinos, estúpradores, ladrões, sequestradores e pessosas que acreditam em deus. Onde está a moral deles?
Fernando Silva,
Muito bem. Como quem cria a moral somos nós, o padre criou a sua moral “conforme a sua necessidade”, e espancou a criança. A moral dele é tão válida como a tua, *SE* Deus não existe.
Wagner,
Se Deus não existe, e como “cada um cria a sua moral conforme as suas necessidades”, os assassinos, os violadores, os ladrões e os outros mais criaram a sua própria moral conforme a sua necessidade, e agiram em conformidade.
Sem Uma Forma Absoluta de se classificar comportamentos como “maus” ou “bons”, todos os comportamentos são igualmente válidos.
http://darwinismo.wordpress.com/2008/09/21/toda-a-gente-age-como-se-deus-existisse/
Mats,
A moral dele talvez fosse válida há 500 anos, mas nós evoluímos muito de lá para cá. Ele tem que se sujeitar à moral da sociedade em que vive.
A moral em vigor é aquela aceita pela maioria da sociedade. Quem não aceitar, que vá embora.
A regra básica é: “Não faças aos outros o que não queres que te façam”. Não precisamos de um deus vingativo para descobrir isto.
E quem lhe garante que a Moral Absoluta do seu deus presta para alguma coisa? Que tal tentarmos a moral absoluta dos outros deuses?
Mats
Veja o postado em 26.08.09 – Contradições bíblicas – Para conhecimento de Davi Jorge…
Talvez assim você vá ter uma melhor compreensão.
Mats
Além disso, quem é o ateu para atacar a moral alheia?
Sou ateu e ataco a moral alheia: abomino pedofilia (incluindo, claro, a dos religiosos), abomino injustiças e violências, opressão, exploração do mais fraco, arbitrariedades, assassinatos, roubos…
O que você pensa de mim? Não me importa, essas questões todas são mais graves.
Mats
Se Deus não existe, e como “cada um cria a sua moral conforme as suas necessidades”, os assassinos, os violadores…
Mats, deixe de ser criança. Não se trata do desejo e do bel-prazer de cada um.
A moral se forma com necessidades de uma sociedade como um todo. Com Deus ou sem Deus, com Jesus ou com Vishnu, os assassinos seriam punidos da mesma forma ou a sociedade não se manteria organizada.
Para uma determinada sociedade não é imoral que um homem se case com mais de uma mulher (inclusive cristãos fundamentalistas, você deve saber disso). Para outras, seria um absurdo a poligamia.
Não é uma questão de “cada um faz o que bem entende”.
Se todas as nossas atitudes supostamente moralistas são baseadas no medo da punição (Deus), então qual é o nosso mérito? Nenhum.
Mats
Sem Uma Forma Absoluta de se classificar comportamentos como “maus” ou “bons”, todos os comportamentos são igualmente válidos.
Acrescentando: pensando como você propõe, sobre distinguir critérios entre bom e mau, Deus muitas vezes foi mau.
Não è?
Como então encontrar uma “forma absoluta” de valores morais?
Mats
Se você lesse realmente a bíblia, saberia que, de acordo com ela, foi o seu deus quem criou o bem e o mal, senão vejamos:
1° Em gênesis 2:17, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comeras;…
2° Em Isaias 45:7, …faço a paz, e crio o mal…
Já que você não conhece a bíblia, leia o texto acima na integra.
Assim, se hoje existe uma moral voltada para o bem, devemos exclusivamente a nossa evolução e não ao seu deus.
Perce
O que é que eu penso de ti? Eu não penso, mas sei que estás a ser inconsistente. Se Deus não existe, quem é que decide o que é o “bem” e o “mal”? Eu? tu? A “sociedade”? Mesmo uma sociedade que justifique o racismo ou a pedofilia? Qual das sociedades?
E se a sociedade aprovar o sacrifício de crianças, isso passa a ser moralmente aceite?
Quem é que decide o que é o “bem” e o “mal”, Perce?
Mats,
A sociedade decide o que convém a ela e vai se aperfeiçoando aos poucos. Já somos mais civilizados do que éramos há 100 anos e muito mais do que éramos há 2 mil anos.
A religião é que insiste em tentar nos impor a moralidade de povos bárbaros que viveram há milhares de anos.
Além disto, prove, antes de mais nada, que o seu deus nos passou alguma moral.
Depois, prove que a moral dele é benéfica. Ou você chama de benéfica a ordem para matar as meninas que perdem a virgindade?
Ou matar os parentes que adoram outros deuses? Ou os filhos insolentes?
Perce,
Deus “foi Mau”, segundo a moralidade de quem?
O que tu queres dizer é “De acordo com a moralidade que eu, Perce, subsecrevo, o Deus da Bìblia foi Mau”.
A pergunta é: quem disse que a TUA moralidade é a “certa”?
Mats,
A nossa moral faz sentido. A moral de Deus é imposta e temos que aceitá-la mesmo sem entender.
Se o que Deus faz nos parece ruim, então a moral dele é ruim pelo único critério que podemos compreender.
Quem lhe garante que Deus é bom?
Mats,
O Mats é o perfeito exemplo de pensamento religioso: “Se deus não existe, posso fazer o que eu quiser, pois não terei limites.”
A moral – como bem salientou Émile Durkheim em sua obra Sociologia e Filosofia (olha a dica aí… ) – é uma construção humana, derivada da vida em sociedade.
De fato, não teríamos que falar em moralidade para um indivíduo isolado (exemplo claro: qual a finalidade da moral para o Tom Hanks, quando ele “naufragou” naquela ilha deserta?). A moral só faz sentido no seio social. É da sociedade que ela nasce e é para o convívio social que ela vive.
Então, nesse ponto, sim. Cada sociedade terá uma moral própria, condizente com a sua realidade.
Penso que rege-se a moral pelo Princípio da Alteridade, ou seja, é pressuposto básico que todo homem – como animal social – interage e depende de outros indivíduos. O “eu” somente tem sentido a partir do outro (do altero), considerando-se também o binômio “não faça aos outros o que não gostaria que te fizessem/faça aos outros o que gostaria que te fizessem”.
Porém, defendo que esses valores morais não são absolutos, não há uma regra objetiva (lembra que já falei isso, Mats?). Tais valores estão em constante evolução, acompanhando a sociedade da qual nasceram. Estão em constante processo de refinamento. Quem sabe num futuro não muito distante haja uma só moral humana? (não se depender de religiões, isso é mais do que certo).
É por isso também que podemos sim dizer, como o Perce, que “atacamos a moral alheia”. Ora, seguindo-se o Princípio da Alteridade, podemos sim questionar certos comportamentos ditos “morais”, que não se enquadram em uma relação social humana que busque o bem dos indivíduos.
Mats,
Quem é o religioso para atacar a moral dos ateus? Pelo que conheço de você, acredito que seja cristão. Com que petulância faz uma pergunta dessa?
Já leu o seu livro “sagrado”?
Ah, esqueci. Como vocês acreditam que deus é a moral suprema, tudo o que ele fizer estará moralmente certo, ainda que vocês não concordem.
Pois se você me falar que considera moral Ló oferecer as filhas virgens para serem estupradas, e não receber UMA REPREENSÃO SEQUER do “divino”, se você me falar que considera moral o engodo praticado por Jacó contra seu pai idoso e cego, e ainda assim ter direito de receber a bênção “divina”, então você vai estar provando que não tem moral nenhuma.
E se assim for, quem você pensa que é para vir aqui perguntar sobre nossa moral?
Mats,
Errado! Não somos nós – indivíduo – o padre, ou eu, ou você – quem cria a moral. Ela surge DA SOCIEDADE. A sociedade considera correto esbofetear uma criança porque ela não engoliu a droga de um pedaço de farinha com água? Se não, a atitude do padre não é moral. E se fosse comigo, ele teria levado no ato um direto no nariz.
Princípio da Alteridade somado ao binômio que já coloquei acima. Me diga uma situação que não possa ser resolvida por aqui, que necessite de uma instância “superior”.
Marque a resposta “C” – a sociedade.
Respondido ao segundo quote acima.
Mats,
“Se Deus não existe, e como “cada um cria a sua moral conforme as suas necessidades”, os assassinos, os violadores, os ladrões e os outros mais criaram a sua própria moral conforme a sua necessidade, e agiram em conformidade.
Sem Uma Forma Absoluta de se classificar comportamentos como “maus” ou “bons”, todos os comportamentos são igualmente válidos.”
Errado. Eles agiram em desconformidade com as leis locais. Por isso estão presos. Se o seu deus é que determina a moral, por que na Índia é(ou foi) permitido casar crianças? Seu deus não age lá?
As leis são baseadas simplesmente no seguinte raciocínio: É errado fazer algo que você não quer que façam a você. Como isso é subjetivo, as leis variam de um país para outro. Isso existe mesmo antes de todas as religiões e até seu deus “existirem”.
Alexssc,
Parece que existem um grupo enorme de crentes que, apenas acreditam em deus pela idéia errônea que deus é o “legislador” da moralidade. Eles não conseguem por nas cabecinhas de vento que, a moralidade, o conceito e a prática vem do homem, do ambiente que vive ou seja, da sociedade.
É até estranho explicar isso pra alguem que tenha mais de 10 anos. Eu fico até confuso, qual linguagem usar.
Mats
Se Deus não existe, quem é que decide o que é o “bem” e o “mal”? Eu? tu? A “sociedade”? Mesmo uma sociedade que justifique o racismo ou a pedofilia? Qual das sociedades?
Sim, Mats, isso mesmo. A sociedade. Cada sociedade. Na minha sociedade e na minha cultura, a pedofilia é condenada moralmente e eu, pessoalmente, concordo com isso.
E se a sociedade aprovar o sacrifício de crianças, isso passa a ser moralmente aceite?
Sim. Isso mesmo. Para as sociedades que praticavam isso, isso era bom. Quando se queimavam hereges em fogueiras, o povo se sentia aliviado em saber que era mais um demônio expulso da convivência social. Quando alguns povos sacrificavam crianças, a própria família da criança se sentia orgulhosa e abençoada em servir aos deuses.
Veja, não estou dizendo que concordo com isso. Estou em outro tempo, outra sociedade. E se eu estivesse lá, no meio daquele povo, seguindo aquela religião, eu não iria achar bom, não iria achar certo?
Você se lembra de que algumas vezes, na Bíblia, Deus exigiu sacrifícios? Portanto, segundo Deus, é bom matar um filho ou uma filha para agradá-lo.
Mats
Deus “foi Mau”, segundo a moralidade de quem? O que tu queres dizer é “De acordo com a moralidade que eu, Perce, subsecrevo, o Deus da Bìblia foi Mau”. A pergunta é: quem disse que a TUA moralidade é a “certa”?
A minha moral e a sua são “certas” de acordo com nossa cultura e nossa sociedade.
Segundo a minha moralidade, o Dilúvio foi um massacre de inocentes (por exemplo, todas as crianças do mundo, só para não estender muito.)
Outra coisa: há algo de pessoal nisso, vamos chamar sensibilidade. Ninguém me ensinou a não gostar de violência. Desde muito pequeno, sempre detestei cenas sangrentas, agressões de qualquer tipo, isso me faz mal, de alguma forma, mas não me foi ensinado. Ao contrário, a mídia de entretenimento prega mais a violência que a não violência. Aí, imagino, entra um lado pessoal, de rejeição natural à agressividade.
A unica coisa boa dessa historia, e que essa menina podera vira ateia.
sabe o que voces são são? verdadeiros ipocritas.para voces DEUS não existe? então me respondam!como vpces tem vida,respiram,se movimentam.e tem vida? JESUS e a vida.hei! hello,acordem,JESUS ta voltando,e voces vão ficar por ai sobrando,po causa da dureza de seu coraçãoe.ve se voces usem mais a cabeça p/ as coisas boas,alem de ateus,ainda,não tem sabedoria,e te um coração de pedra,violencia não,tem poblema? então deixa acontecer com um parente seu,ou filho(a) p/ voces verem.afinal o que que tem ne?DEUS ta assistindo tuda essa injustiça,e pode ter certesa de que ele vão cobrar tudo isso de voces. espero que voces acordem a tempo.cambados de covardes.
maria,
Vou ignorar o festival de baboseiras e perguntar apenas isto: covardes por quê?
Esse tipo de coisa acontece com gente que vai à igreja. Nós não vamos.
Quanto a injustiças e violência em geral, acontecem com todo mundo, independente de crença ou de falta dela.
O que significa quando cai o teto de uma igreja e mata os otários que estavam lá?
Sabe o que você é Maria? Apenas mais uma ignorante religiosa que, a exemplo de seus pares, se nega a estudar e evoluir. Ipocrisia (hipocrisia) e preguiça é esperar de seres sobrenaturais a solução dos próprios problemas, em vez de ir atrás e resolvê-los.
Acho que essa Maria não leu e não gostou. Se foi dito por ateus, só pode estar errado, não é preciso nem ler.
Ou será que ela acha certo que padres batam em crianças?