Religiosos mais uma vez começam a falar merda publicamente. Desta vez foi um evangélico, durante a audiência pública do Estatuto das Famílias, na Câmara dos Deputados. Tudo porque o tal estatuto assume que é melhor uma criança ser adotada por casais gays do que não serem adotadas, além de reconhecer uniões civis dos gays.
Sério. Será que esse povo não vai parar de se intrometer na vida das pessoas e pensar um pouco nas crianças? Puta que lhes pariu!
Isso porque tiraram essas questões do projeto que está em análise pela Comissão de Constituição e Justiça. Tem gente querendo colocá-las novamente.
Quem pagou mais mico foi o pastor canastrão Silas Malacheia Malafaia, da Assembléia de Deus. Ele disse que não é qualquer prática que deve ser incluída na nova legislação.
(Em tom de ironia) Vamos colocar na lei tudo o que se imaginar. Quem tem relação com cachorro, vamos botar na lei. Eu vou apelar aqui. É um comportamento, ué, vamos aceitar. Quem tem relação com cadáver, é um comportamento, vamos botar na lei.
Ignorar a realidade é “omissão perversa”, defendeu Maria Berenice Dias, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família, idealizador do estatuto, apresentado pelo deputado Sérgio Barradas Carneiro do PT da Bahia.
Fonte: Folha de São Paulo
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