Segundo um levantamento feito pelas forças militares e por órgãos públicos, o padre Adelir de Carli até agora causou um rombo nos cofres do governo de R$564.663,25.
Os gastos nas operações de buscas incluiam o gasto com deslocamento de militares, combustíveis para carros, embarcações e aeronaves, ligações telefônicas e alimentação de todo pessoal envolvido.
Será que haveria o mesmo empenho do governo se o desaparecido fosse uma pessoa qualquer e não um líder de uma igreja?
Um exemplo que não raro acontece: E se fossem pescadores perdidos em alto mar?
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